JONAS
- A Misericórdia Divina-
TEXTO ÁUREO
"E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau
caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o
fez" (Jn 3.10).(Existe aqui dois tipo de males, “o mau moral”.e o “mal natural”, o mau
moral se escreve com a letra “u” e o mal físico, com a letra “l”, É preciso
toma muito cuidado com esses males, para não se confundir, é só lembrar do “antônimo”,
Ex... (O mal físico o antônimo é bem, o mau moral o antônimo é bom), Ex. João é
um homem mau, o contrario seria, é bom.
João esta passando mal, o contrario seria, bem.
Deus é imutável (Ml 3.6). Contudo, Deus interage com os homens, e os homens, sim, mudam. Neste caso, a intenção final de Deus em relação a Nínive não tinha sido alterado posteriormente, a cidade foi destruída. Ainda assim, Deus viu que as ações dos ninivitas eram uma reação à mensagem de Jonas sobre a destruição iminente da cidade. A mensagem de Deus de julgamento sempre tem a intenção de arrependimento e reconciliação. O arrependimento de Nínive libera a misericórdia de Deus (expressa na frase “Deus se arrependeu”).
VERDADE
PRÁTICA
O relato de Jonas ensina-nos o quanto
Deus ama e está pronto a perdoar os que se arrependem.
HINOS SUGERIDOS
396, 406, 414
LEITURA
DIÁRIA
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Segunda - Sl 85.10
Justiça e amor no Calvário
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S
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Terça - Jr 31.3
A grandeza do amor de Deus
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T
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Quarta - Lm 3.22
As misericórdias de Deus
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Q
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Quinta - Mt 12.39,40
O profeta Jonas como figura de Cristo
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Q
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Sexta - Lc 11.32
O exemplo dos ninivitas
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S
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Sábado - Lc 15.28-30
A "justiça" do irmão do filho pródigo
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S
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2 Reis 4.1-7
INTERAÇÃO
Nínive era absolutamente odiada pelos judeus. Como
capital do império assírio, ela representava a maldade, a crueldade, a
impiedade e agudeza de um império perverso. Mas o Altíssimo, cheio de graça e amor, volta seu olhar para
aquela cidade impenitente e decide enviar-lhe o profeta Jonas. O profeta,
sabedor de toda maldade praticada pelos ninivítas, resistiu ao chamado
divino. Entretanto, Deus estava no controle e
não demorou para que o profeta fosse até Nínive levar a mensagem de
salvação.
Jonas aprendeu uma extraordinária lição a respeito
do grande amor e misericórdia de Deus. Não podemos nos esquecer que a
mensagem da salvação é para toda a humanidade.
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Após esta aula, o
aluno deverá estar apto a:
Explicar o contexto histórico, a estrutura e a mensagem do
livro de Jonas.
Conhecer o atributo da misericórdia divina..
Conscientizar-se da perenidade da misericórdia Deus.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, para introduzir o primeiro tópico da
lição, reproduza o esquema abaixo. Explique para a turma que o livro de Jonas
destaca as duas principais chamadas de Deus na vida do profeta. Na primeira,
ele desobedece e sofre as consequências. Na segunda, ele ouve ao Senhor e lhe
obedece. (A
segunda chance da por Deus).
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A CHAMADA DE JONAS
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Primeira chamada (1.1 — 2.10)
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• 1.1,2
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Chamada de Jonas: “vai à Nínive”.
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• v.3
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Desobediência de Jonas.
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• vv. 4-17
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Consequências
da desobediência de Jonas: para
os outros (4-11);
para si mesmo (12-17).
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• 2.1-9
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A oração de Jonas no meio da calamidade.
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• v. 10
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O livramento de Jonas.
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Segunda chamada (3.1 — 4.11)
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• 3.1,2
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Chamada de Jonas: “vai à Nínive”.
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• vv.3,4
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A missão obediente de Jonas
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• vv.5-10
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Resultados da obediência de Jonas: os ninivitas se
arrependem (vv.5-9);
os ninivitas poupados do juízo divino (v.10).
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• 4.1-3
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A queixa de Jonas.
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• vv.4-11
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A repreensão e a lição de Jonas.
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Os fatos narrados no livro de Jonas estão situados
na primeira metade do século VIII a.C., em um período de grande otimismo no
Reino do Norte, Israel. O Império Assírio já declina de sua força que atingiu
seu ápice no século IX, situação propícia para que Jeroboão II reconquistasse
boa parte do território pertencente a Israel na época de Davi e Salomão. A
expansão territorial trouxe mais prosperidade que em qualquer outra época
anterior da história de Israel. Tida como um mito pelos incrédulos e vista por
alguns eruditos como lenda ou parábola, os judeus o aceitaram como história, e
Flávio Josefo confirma isso no livro “Antiguidades Judaicas”, sendo que o maior
testemunho de sua veracidade é aquele dado por Jesus ao citá-lo como exemplo
para sua morte e ressurreição (Mt 12.39-41; Lc 11.29-30). O fato é que, este livro
encerra um maravilhoso exemplo de missões transculturais. Aproveitemos bem a
aula de hoje! Tenham todos uma excelente e abençoada aula!
A história de Jonas, que
fascina crianças e adultos, é mais conhecida por narrar a experiência do
profeta no ventre do grande peixe. No entanto, esse acontecimento não deve
ofuscar o milagre maior: a conversão de uma cidade pagã. Os dois milagres foram
mencionados pelo Senhor Jesus e continuam a impressionar ao longo da história.
Misericórdia: Sentimento
de solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia; compaixão,
piedade.
1. Compaixão solícita
pela desgraça alheia.
2. Comiseração, piedade.
3. Perdão.
4. Instituição pia que
socorre pobres e doentes.
5. Punhal que se trazia
pendente à direita da cinta para matar o adversário ferido e derrubado. interj.
6. Perdão! Piedade! [a]
1. Contexto histórico. Salta aos
olhos de qualquer leitor que Jonas é da época do império assírio, cuja capital
era Nínive. O nome do rei ninivita impactado com a pregação de Jonas, segundo
se diz, é Adade-Nirari
III, falecido em 783 a.C. Nessa
época, Jeroboão II, filho de Joás, reinava em Samaria, sobre as dez tribos do Norte.
2. Vida pessoal. Jonas
se apresenta apenas como filho de Amitai
(1.1). Ele é mencionado em outras
narrativas bíblicas e, por essa razão, sabe-se que era profeta do Reino do
Norte, natural de Gate-Hefer, tendo
vivido na época de Jeroboão II (2 Rs 14.23-25).
Gate-Hefer localizava-se na terra de Zebulom (Js
19.13), nas proximidades de Nazaré da Galileia.
Jonas, que deveria ir para Nínive clamar contra esta cidade, desobedeceu à
ordem divina, procurando fugir para Társis. É o único profeta bíblico, do qual
se tem notícia, que tentou resistir ao Senhor. Ele seguiu em direção oposta.
Társis, segundo Herodoto, é a mesma Tartessos, na orla ocidental do
Mediterrâneo, a sudoeste da Espanha, ideia aceita pela maioria dos pesquisadores
bíblicos. Será que Jonas não conhecia a onipresença de Deus? (Sl 139.7-10)
3. Estrutura e mensagem. O livro contém 48 versículos distribuídos em quatro
breves capítulos. Apesar de começar com estrutura profética (1.1), a mensagem é apresentada em estilo
biográfico. Não deixa, contudo, de ser uma profecia da história de Israel, ao
mesmo tempo em que anunciam o ministério, a ressurreição e a obra missionária
de Cristo (Mt 12.39-41; 16.4). O tema principal do livro é a infinita misericórdia de Deus e a
sua soberania sobre todas as nações.
SINÓPSE
DO TÓPICO (1)
O tema principal do livro de Jonas é a
inefável misericórdia de Deus e a sua soberania sobre as nações.
1. Baleia ou grande peixe? Na
Bíblia Hebraica e na Septuaginta, o versículo 17
é deslocado para o capítulo seguinte (2.1).
A língua hebraica não dispõe de termo técnico para "baleia". Essa palavra é usada como resultado de uma
interpretação tradicional que atravessou séculos. As Escrituras Hebraicas
empregam dag gadol, "grande peixe", uma vez (1.17 ;2.1),
e simplesmente dag, "peixe", três vezes (1.17;
2.1,10).
A Septuaginta traduz ketei megalo por "grande monstro
marinho", e ketos por "monstro marinho", a mesma palavra
usada no Novo Testamento grego (Mt 12.40).
2. Interpretação. Não há indício algum no texto para que ele possa ser
interpretado como alegoria, ficção didática, mito, lenda etc. Rejeitamos todas
essas linhas de pensamento, pois o oráculo foi entregue a Jonas no mesmo estilo
dos outros profetas (1.1; Jr 33.1; Zc 1.1).
Além disso, o Senhor Jesus Cristo, a maior autoridade no céu e na terra,
interpretou o livro como histórico, assim como históricos foram o ministério e
a ressurreição do Mestre. O Novo Testamento é a palavra final, e isso encerra
qualquer questão (Mt 12.39-41; 16.4).
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
Em relação ao texto de Jonas que fala
sobre o "grande peixe", não há indício algum para uma interpretação
alegórica, mitológica ou lendária.
1. A conversão dos ninivitas (3.8,9). O curto relato do livro de Jonas serve
como prenúncio da graça salvadora para todas as nações (Tt 2.11). Os ninivitas foram salvos pela
graça, pois "creram em Deus" (3.5)
e "se converteram do seu mau caminho" (3.10).
As obras foram consequência da sua fé no Deus de Israel.
2. O "arrependimento" de
Deus. O
arrependimento humano é mudança de mente e de coração, de pior para melhor.
Quando a Bíblia fala que "Deus se arrependeu" (3.10), parece confundir-nos um pouco, pois
Deus é perfeito e imutável, não pode mudar, nem alterar a sua mente (Ml 3.6). A explicação para uma declaração como
essa é a linguagem antropopática, um modo de falar em termos humanos, ou se
trata de uma questão de ordem exegética, que é o nosso caso aqui. Quem mudou,
na verdade, foi o povo, e nesse caso o perdão é parte do plano divino (Jr 18.7,8).
3. Explicação exegética. O texto sagrado declara que "Deus
viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho" (3.10a). O verbo hebraico aqui é shuv,
literalmente: "voltar-se, retornar", frequentemente usado para
indicar o arrependimento humano. A respeito do "arrependimento" de
Deus, que vem na sequência (3.10b), o
verbo é outro, naham, "ter pena, arrepender-se, lamentar, consolar, ser
consolado" (Gn 6.6; 1 Sm 15.11; Jr
8.18). Essas nuanças linguísticas podem ser confirmadas por qualquer
pessoa, ainda que não conheça uma única letra do alfabeto dessas línguas, com o
auxílio, por exemplo, da Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego
(CPAD).
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
A
misericórdia divina alcançou os ninivitas segundo a graça do Deus Altíssimo.
1. Descontentamento de Jonas (4.1). Jonas foi bem-sucedido em sua missão.
Qualquer profeta de Israel, ou mesmo algum pregador de hoje, sem dúvida alguma
ficaria satisfeito com o resultado do trabalho. A Bíblia não revela a razão do
descontentamento de Jonas, senão o que o ele mesmo afirma, ao dizer que sabia
que Deus é "piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e
que te arrependes [niham] do mal" (4.2b).
2. Jonas esperava vingança? O império assírio foi um dos mais
cruéis da história e tinha domínio sobre todo o Oriente Médio. Será que Jonas
esperava uma vingança como retaliação por terem os assírios massacrado o seu
povo? O certo é que, ainda hoje, há crentes que se incomodam com o retorno à
Igreja dos que se acham afastados do rebanho. Quem não se lembra do irmão mais
velho do filho pródigo? (Lc 15.25-32).
Às vezes, a bondade divina incomoda alguns (Mt
20.15).
3. Compreendendo a misericórdia
divina. A misericórdia divina é um
dos atributos que revela a natureza de Deus (Êx
34.6; Jr 31.3). O Senhor
poupou Nínive da destruição, prorrogou a sua ruína, e perdoou os seus
moradores. O próprio Jonas, na qualidade de desertor, também foi alvo da
infinita bondade de Deus.
A justiça humana é rápida para julgar,
mas a divina é longânime em perdoar.
Jonas transmite-nos
uma importante lição prática. O relato em si mostra a diferença abissal entre a
bondade divina e a justiça humana. Aos ninivitas Deus falou por intermédio de
Jonas. Hoje, Ele fala através de Jesus, que continua a salvar, a curar e a
batizar com o Espírito Santo (Jo 14.16;
At 4.12). Ele mesmo disse: "E
eis que está aqui quem é maior do que Jonas" (Mt
12.41- ARA). O Mestre operou sinais, prodígios e maravilhas como nenhum
outro antes ou depois dele, e deu oportunidade de salvação a todos (At 10.38). Mesmo assim, foi rejeitado pela sua
geração (Jo 1.11). Por isso, lançou
em rosto a incredulidade dos seus contemporâneos e elogiou a fé dos ninivitas
por haverem ouvido a pregação do profeta e arrependido de seus pecados.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOI
Subsídio Teológico
"Jonas
O
livro de Jonas é diferente dos outros livros dos Profetas Menores. Trata-se
de uma narrativa bibliográfica das experiências do profeta, e não de uma
coletânea de mensagens proféticas. O tema prioritário do livro é a graça soberana de Deus pelos
pecadores, ilustrada na sua decisão de reter o julgamento sobre os
culpados, mas arrependidos ninivitas. Há também uma lição teológica
importante a ser aprendida observando as respostas de Jonas a Deus. O retrato
do autor de Jonas é altamente depreciativo. Os padrões duplos de Jonas
fizeram com que as suas ações lhe contradissessem os credos de tom
espiritual. Pelo exemplo negativo de Jonas, o leitor aprende a não resistir à
vontade e decisões soberanas de Deus" (ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do
Antigo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2009, p.467).
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VOCABULÁRIO
Antropopatismo: [Do gr. antropos, homem; do gr. pathos,
sentimentos] Atribuição de sentimentos humanos a Deus. Figurativamente,
encontramos várias expressões como esta: a ira de Deus, o arrependimento de
Deus, etc. Tais expressões foram usadas para que o ser humano viesse a entender
a ação divina na história sagrada. É uma forma de os autores sagrados dizerem
que o Criador do Universo não é indiferente ao que acontece neste mundo; Ele
age e reage de acordo com a sua justiça e santidade. Deus não é um ser
destituído de sentimentos. Só que, nEle, todos os sentimentos são infinitamente
perfeitos.
BIBLIOGRAFIA
S UGERIDA
ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Antigo Testamento.
1.ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2009.
SOARES, Esequias. O Ministério Profético na
Bíblia: A voz de Deus na Terra. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,
2010.
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 52, p.39.
EXERCÍCIOS
1. Qual o tema do livro de Jonas?
R. O tema do livro é a
infinita misericórdia de Deus e a sua soberania sobre todas as nações.
2. De onde veio a palavra
"baleia" do relato de Jonas?
R. Do resultado de uma
interpretação tradicional que atravessou séculos.
3. Qual a explicação
quando a Bíblia afirma que "Deus se arrependeu"?
R. A explicação para uma
declaração como essa é a linguagem antropopática, um modo de falar em termos
humanos.
4.
O que o atributo da misericórdia divina revela?
R. Revela a natureza de Deus.
5.Qual
a razão do descontentamento de Jonas segundo ele próprio?
R. . Que Deus é
"piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te
arrependes do mal".
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