Miqueias
- A Importância da Obediência
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TEXTO ÁUREO
"[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que
se obedeça à palavra do SENHOR? Eis
que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros"
(1 Sm 15.22).
VERDADE PRÁTICA
A mensagem de Miqueias leva-nos a
pensar seriamente acerca do tipo de cristianismo que estamos vivendo.
HINOS SUGERIDOS
285, 398, 422
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LEITURA DIÁRIA
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Segunda - Dt 10.12,13
A rejeição do sacrifício formal
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S
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Terça - Is 1.15-17
Ritos sem piedade nada valem
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T
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Quarta - Mt 12.7
A piedade é maior que sacrifícios
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Q
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Quinta - Mt 21.28-31
Prática e teoria da obediência
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Q
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Sexta - Mt 23.23
O dízimo não substitui a piedade
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S
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Sábado - Lc 18.10-14
A lição do fariseu e do publicano
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S
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Miqueias 1.1-5;
6.6-8
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INTERAÇÃO
Professor, para aguçar a curiosidade de seus
alunos, questione-os sobre o significado da palavra "rito". Explique que rito é "o conjunto de
cerimônias e prática litúrgicas que cumpre a função de simbolizar o fenômeno
da fé". Enfatize que no tempo do profeta Miqueias o povo realizava muito
bem todo o ritual levítico. Porém, o
Senhor não se agradava de suas reuniões solenes e sacrifícios, pois os
rituais se tornaram algo mecânico, sem vida, uma simples obrigação religiosa. Cumpriam a liturgia, mas não amavam
verdadeiramente a Deus nem ao próximo. Que nunca venhamos a nos esquecer que
Deus não está preocupado com nossas cerimônias religiosas, mas o que Ele
espera é que seu povo o "adore em
espírito e em verdade", que o ame acima de todas as coisas e ao próximo, pois toda a
lei se resume nessa verdade (Mc 12.29-31).
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APÓS ESTA AULA, O ALUNO DEVERÁ ESTAR APTO A:
Explicar a estrutura da mensagem
de Miqueias.
Definir a obediência bíblica
Conscientizar-se de
que o ritual religioso não
proporciona relacionamento íntimo com Deus e nem salvação.
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ORIENTAÇÃO
PEDAGÓGICA
Para introduzir a lição, reproduza de acordo com
suas possibilidades, o quadro abaixo. É importante que os alunos tenham uma
visão geral da estrutura do livro. Explique que a estrutura utilizada pelo
profeta Miqueias é bem simples de entender, pois a sua divisão está baseada
numa dupla sequência de ameaças e promessas.
Ao lermos Miqueias deparamo-nos com o juízo de Deus; a mensagem de
esperança; juízos e misericórdia do Eterno.
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ESBOÇO DO LIVRO DE MIQUEIAS
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Capítulos 1 — 3
Uma série de juízo contra Israel e Judá:
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Uma
série de juízo contra Israel e Judá:
Introdução
(1.1).
Destruição
de Samaria (1.2-7).
Destruição
de Judá (1.8-16).
Pecados
específicos do povo (2.1-11):
cobiça e orgulho (2.1-5); falsos
profetas (2.6-11).
Vislumbre
de um livramento (2.12,13).
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Capítulos 4 — 5
Mensagem de esperança:
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Mensagem
de esperança:
Promessa
do reino vindouro (4.1-5).
A
derrota dos inimigos de Israel (4.6-13).
O
Rei virá de Belém (5.1-8).
O
novo reino (5.9-15).
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Capítulos 6 — 7
Juízo de Deus contra Israel e sua misericórdia
final:
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Deus
contra o seu povo (6.1-8).
Culpa
de Israel e o castigo divino (6.9-16).
O
lamento do profeta (7.1-6).
A
esperança do profeta (7.7).
Israel
será restabelecido (7.8-13).
Bênçãos
finais de Deus para seu povo (7.14-20).
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COMENTÁRIO
PALAVRA CHAVE:
OBEDIÊNCIA:
ATO OU EFEITO DE OBEDECER

O problema do povo a quem Miqueias
dirigiu a sua mensagem não era falta de liturgia, mas de uma correta motivação para se adorar ao Senhor. Embora
cometesse toda a sorte de injustiças sociais, a geração contemporânea do
profeta Miqueias oferecia sacrifícios a Deus, praticando todos os rituais levíticos, mas não sabia o
verdadeiro significado do amor a Deus e ao próximo.
É muito importante observar, o que Deus quer, tanto ontem como hoje não é um culto mecânico, mas sim “Adoração
de verdade”, João 4.24: diz a bíblia, que os que adorem, adorem em espirito e verdade:
1. Contexto histórico.
Miqueias era de Moresete-Gate (1.1,14; Jr 26.18),
cidade localizada a 32
quilômetros a sudeste de Jerusalém. Miqueias, assim como
os demais profetas de Judá, não cita reis do Reino do Norte na introdução de
seus oráculos. Seu ministério, porém, aconteceu no período dos reinados
"de Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá" (1.1). Essas datas estão entre 750 e 686 a .C., mas a soma desses
anos deve ser reduzida significativamente por causa das corregências.
O profeta Jeremias afirma que a mensagem de Miqueias foi entregue no
reinado de Ezequias (26.18). Considerando os últimos anos de Acaz e os
primeiros de Ezequias, Miqueias deve ter profetizado entre 735 a.C. e 710 a.C.
2. Estrutura e mensagem.
Trata-se de uma coleção de breves oráculos agrupados em sete capítulos
divididos em três partes principais (1,2; 3-5;
6,7).
Cada uma das partes marca o imperativo: "Ouvi" (1.2; 3.1;
6.1), que é fraseologia similar a de
Isaías (4.1-5; Is 2.2-4).
O assunto do livro é a ira divina em relação aos pecados de Samaria e
de Jerusalém. Miqueias dirigiu seu discurso contra a idolatria, censurou com veemência
a opressão aos pobres e denunciou o colapso da justiça nacional (1.5; 2.1,2; 3.9-11).
Além disso, anunciou, de antemão, o local do nascimento do Messias, em Belém (5.2 cp. Mt 2.1,4-6). O profeta chegou a ser citado pelo
Senhor Jesus (7.6 cp. Mt 10.35,36).
SINÓPSE DO TÓPICO (1)
O livro de Miqueias tem
como assunto principal a ira divina sobre os pecados de Samaria e Judá.
1. O conceito bíblico de obediência. O verbo
hebraico shemá: "ouvir,
escutar, prestar atenção, obedecer", não significa apenas receber uma
comunicação ou informação. O seu real sentido é mais forte e imperioso:
obedecer é acatar ordens de autoridade religiosa, civil ou familiar. O referido
verbo é empregado no Antigo Testamento para "obedecer" em 1 Samuel 15.22
e Jeremias 42.6. É usado, também, em
seis das nove vezes em que shemá
aparece em Miqueias (1.2; 3.1,9;
6.1,2,9).
A mesma ideia é vista nos ensinos de Jesus (Mt
11.15; 13.43). Por
conseguinte, a obediência deve ser
precedida pela compreensão e pelo amoroso acatamento da mensagem divina (Mt 7.24,26).
Nesse sentido, ela pode ser definida como a prova suprema da fé e do nosso amor
a Deus.
2. A desobediência
das nações. O Senhor não é uma divindade tribal, que habita em
quatro paredes. Ele é o Deus de toda a terra e o Soberano de todo o Universo.
Justamente por isso, Ele apresenta-se como juiz e testemunha não apenas contra
seu povo, Israel e Judá (1.2,5), mas também contra todas as nações da terra
(1.2).
3. A ira de Deus sobre o pecado (1.3-5). O profeta descreve de forma pitoresca a reação divina contra o seu
povo. Numa linguagem antropomórfica, o Senhor desce de seu santo templo, o céu,
para julgar Samaria, capital de Israel e, da mesma forma, Jerusalém, capital de
Judá, cujo pecado influencia
todo o país. O quadro da sua majestosa e terrível presença lembra a ação dos
terremotos e dos vulcões (Jz 5.4; Sl 18.7-10; Is
64.1-3; Hc 3.6,7).
SINÓPSE
DO TÓPICO (2)
A
obediência deve ser precedida de compreensão e amoroso acatamento da mensagem
divina.
1. O rito levítico. Basicamente, o rito é um
conjunto de cerimônias e práticas litúrgicas que cumpre a função de simbolizar
o fenômeno da fé. O termo vem do latim ritus, que significa "cerimônia religiosa, uso, costume,
hábito, forma, processo, modo". O Antigo Testamento usa a palavra para
os sacrifícios (Lv 9.16; Ed 6.9) e para as festividades religiosas (Ne 8.18), tais como a Páscoa (Nm 9.14; 2 Cr
35.13) e a Festa dos Tabernáculos (Ed
3.4). A própria circuncisão é também um ritual (At 15.1). Contudo, em se tratando do
Cristianismo, a liturgia é simples, contendo apenas dois rituais:
A) o batismo
e a ceia do Senhor (Mt 3.15; 26.26-30).
Esses cerimonialismos, contudo, não substituem o relacionamento sincero
com Deus, nem proporcionam salvação (1 Sm 15.22;
Sl 40.6-8; 51.16,17; 1 Co 1.14-17; 11.28,29).
2.
O diálogo de Deus com o povo (6.6). O Senhor, através do profeta, convida o seu povo para uma controvérsia.
O que Deus fez de mal para Israel rejeitá-lo? (6.1-3).
Em seguida, o Eterno traz à memória da nação os seus benefícios desde o
princípio, quando remiu a Israel do Egito e protegeu seu povo no deserto contra
os inimigos (6.4,5). Em uma pergunta retórica, o próprio Deus
antecipa a resposta da nação. A lei estabelecia sacrifícios de animais como
provisão pelo pecado (Lv 9.3) e o azeite para certas ofertas de libação (Lv 1.3,4;
2.1,15;
7.12). O problema de Judá não era a
falta de rituais e sacrifícios, mas de uma
verdadeira conversão a Deus.
3.
Sacrifício humano (6.7). Oferecer o primogênito pela transgressão e o fruto do ventre pelo
pecado era sinal de completo desatino do povo. A lei de Moisés condena tal
prática sob pena de morte (Lv 18.21; 20.2-5) e em todo o Israel era repulsa
nacional (2 Rs 3.27). Esse tipo de
sacrifício só foi praticado por aqueles que, em todo Israel e Judá, apostataram-se da fé (2 Rs 16.3; 21.6;
Jr 19.5; 32.35).
Todos estavam dispostos a oferecer até mesmo o que Deus nunca exigiu deles,
menos o essencial: sincero arrependimento
e mudança de vida
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
O ritual religioso não substitui o relacionamento intenso com Deus e,
muito menos, proporciona salvação.
1.
A vontade de Deus. O estilo de vida que agrada
a Deus foi comunicado ao povo desde Moisés. Portanto, toda a nação tinha o
dever de conhecê-lo (Dt 10.12,13). Daí o porquê da indagação do profeta (6.8). Mas ninguém estava interessado nisso. O
povo preferia tirar proveito da prática das injustiças sociais, esperando que o
mero ritual do sacrifício fosse suficiente para auto justiçar-se diante de
Deus. Estavam enganados, pois Deus não se
deleita em sacrifícios nem em rituais exteriores (Sl 51.17,18).
2.
O sumário de toda a lei (6.8b). Os três preceitos - praticar a
justiça, amar a beneficência e andar humildemente com Deus -
são considerados pela tradição judaica, desde o século 1 a.C., o resumo dos 613 preceitos depreendidos da lei de Moisés. Essa é
vista por muitos como a maior declaração do Antigo Testamento.
a) Os dois primeiros preceitos falam do compromisso
horizontal com o nosso próximo; e o
b) terceiro, de compromisso vertical com Deus. Isso vale
para todos os seres humanos e é paralelo ao ensino de Jesus:
c) amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo
como a nós mesmos (Mt 22.37-40).
O grande mandamento é este: amar a Deus acima de todas as coisas e ao
próximo como a si mesmo.
A lição para todos nós é esta: O que importa para Deus não é o que fazemos na Igreja,
A)
mas a nossa vivência com a família,
B)
o que fazemos no trabalho
C)
e como relacionamo-nos com a sociedade.
Sem o verdadeiro arrependimento e um
profundo compromisso com Deus, todas as práticas religiosas não passam de
rituais vazios e completamente desprovidos de valor espiritual

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AUXÍLIO
BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Teológico
"Os profetas Isaías,
Miqueias, Amós e Oseias foram contemporâneos, o ministério de cada um deles
começou entre 760 e 735 a.C. Eles viveram no período do esplendor profético
dos hebreus. Isaías era profeta da corte e conselheiro da casa real, ao passo
que Miqueias era profeta do campo. Ambos eram do
Reino do Sul, capital Jerusalém. Oseias e Amós exerceram seu
ministério no reino do Norte, em Samaria.
O título de cada livro
profético nem sempre quer dizer ser ele o seu redator ou mesmo o orador que
pronunciou tais oráculos. A profecia escatológica sobre Sião, em Isaías 2.3, reaparece em Miqueias. Ambos foram
contemporâneos e profetizaram em Judá, sendo que Isaías era profeta da corte,
na capital, e seu companheiro do campo, mas é difícil saber a fonte literária
original" (SOARES, Esequias. O Ministério Profético na Bíblia: A
voz de Deus na Terra. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 116).
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AUXÍLIO
BIBLIOGRÁFICOII
Subsídio Teológico
"[...] Miqueias
previu uma segunda vinda de Davi (cf. Jr 30.9;
Ez 34.23,24; 37.24,25). Ao que parece, este é o significado da
famosa profecia registrada em Miqueias 5.2:
'E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá
o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos,
desde os dias da eternidade'. A associação do futuro rei com Belém e a
referência às suas origens estarem nos tempos antigos dão a entender que a
reaparição do próprio Davi está em vista. Claro que esta é uma predição
messiânica. Outros profetas (por exemplo, Isaías em Is 9.6,7;
11.1,10)
e a revelação bíblica subsequente deixam claro que estas referências a Davi
se cumpriram no Messias que, como o Filho de Davi, reinará no espírito e
poder do seu ilustre antepassado.
Em Miqueias 5.2, a atenção é dada à insignificância
relativa de Belém entre os clãs de Judá. Ironicamente, o rei escolhido do
Senhor surgiria desta pequena cidade. Este padrão de Deus elevar o pequeno e
insignificante ocorre em outros textos do Antigo Testamento (Gn 25.23; 48.14;
Jz 6.15; 1 Sm 9.21).
Este rei, que surge de
tais origens humildes, protegerá o povo como um pastor (o mesmo foi dito
acerca de Davi; 2 Sm 5.2; Sl 78.71,72).
Reinando pelo poder do Senhor, a sua fama alcançará proporções universais (Mq 5.4). Ele e o vice-regente evitarão que o
mais poderoso dos inimigos de Israel (simbolizado aqui pela Assíria, o
inimigo tradicional de Israel) invada a terra (Mq
5.5,6).
Junto com a restauração
do rei davídico, Miqueias também profetizou uma reversão na sorte de
Jerusalém. Miqueias advertiu que esta cidade, escolhida por Davi como capital
e local do templo do Senhor, seria sujeita ao sítio (Mq 5.1) e reduzida a entulhos (Mq 3.12). Ele personificou a cidade em sua
humilhação como uma mulher em trabalho de parto, estorcendo-se em agonia para
dar à luz (Mq 4.9,10). Da perspectiva do exílio, Jerusalém
personificada reconhece a justiça do castigo de Deus e prevê o dia da
justificação e restauração (Mq 7.8-12).
Utilizando a imagem de Miqueias 4.9,10, o profeta comparou a volta do povo
exilado em Sião a dar à luz (Mq 5.3).
No futuro, o Senhor livraria Jerusalém dos que a atacavam (Mq 4.11-13)" (ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia
do Antigo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2009, p.444).
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VOCABULÁRIO
Pitoresca: Divertido, recreativo.
Antropomórfica: Conceito que visualiza
Deus como possuindo forma humana.
Controvérsia: Disputa, polêmica.
Retórica: Pergunta que não exige
resposta.
Libação: Líquido ou mistura de
líquidos derramados sobre a oferta como parte do sacrifício.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Antigo Testamento. 1.ed. Rio de
Janeiro: CPAD. 2009.
SOARES, Esequias. O Ministério Profético na Bíblia: A voz de
Deus na Terra. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 52, p.39.
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EXERCÍCIOS
1. Qual o
assunto do livro de Miqueias?
R. O assunto do livro é a ira divina em
relação aos pecados de Samaria e de Jerusalém.
2. Qual a definição de obediência?
R.
É acatar ordens de autoridade religiosa, civil ou familiar.
3. Qual o significado da palavra "rito" e
quais são os dois rituais do cristianismo?
R .Cerimônia religiosa, uso, costume,
hábito, forma, processo, modo. E os dois
rituais do cristianismo são o batismo e a ceia do Senhor.
4. Desde quando
o estilo de vida que agrada a Deus foi comunicado ao povo?
R. Desde Moisés
5. . Qual é a
maior declaração do Antigo Testamento?
R.
Os três preceitos - praticar a justiça, amar a beneficência e andar
humildemente com Deus.
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Pastor Oseias Cardoso
Assembleia de Deus
Acreuna-Go
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