terça-feira, 22 de outubro de 2013


O RICO E LAZARO
Texto. Lc.16:19-310
Introdução
veremos hoje na parábola do rico e Lazaro sobre o preparo que cada um de nós temos que ter enquanto vivos para a eternidade.
I- AS CARACTERISTICAS DO RICO E LAZARO
1- O rico e seu tesouro terreno
A- Tesouro no hebraico “osãr” amontoar, esconder Lc.16:19
B- Veja a recomendação bíblica Sl.62:10
2- Lazaro e seu tesouro espiritual
A- Tesouro não é apenas valores materiais ou sólidos, mas também morais e espirituais Mt.6:20
B- Ainda hoje tem crentes que só possui tesouro espiritual Ef.1:7

II- DEPOIS DA MORTE O JUIZO
1- Não é purgatório, carma ou reencarnação Lc.23:43; Hb.9:27; Ap.20:15
2- Para o rico um lugar de tormento Lc.16:22,23,25,28
3- Para Lazaro um lugar de descanso Lc.19:9; 23:43; Jô.13:23

III- SEPARAÇÃO ENTRE CEU E INFERNO
1- Separa o homem de Deus Lc.16:28; Mt.27:46;25:41
2- Separa os salvos dos perdidos Lc.16:24,26
3- No céu paraíso estão os que aceitaram a Jesus Lc.23:43
4- No hades os que esqueceram de Deus Sl.9:17

IV- O CLAMOR TARDIO DO RICO
1- Indiretamente quis acusar Deus Lc.16:28,29
2- Um desprezo à palavra de Deus Lc.16:27; II Cor.11:14
3- Mostra o desprezo do homem pela palavra Lc.16:31; II Cor.4:4

Conclusão:
 Nesta parábola aprendemos quatros realidades:

1.A existência consciente após a morte, v 23. Hb 9.27

2.E uma realidade o tormento do inferno, v24.

3.A ausência de uma segunda oportunidade após a morte v, 26.

4.A impossibilidade de comunicação entres os vivos e mortos, v,26-31

sábado, 19 de outubro de 2013

“Advertências contra o adultério”


 Advertências contra o adultério

Texto Áureo: Pv 1.7  

INTRODUÇÃO

- Amado(a) professor(a), nesta fale contra o adultério e suas ciladas, admoeste os seus alunos a serem vigilantes e prudentes, para ouvirem os conselhos de sabedoria.

- “estatísticas demonstram essa triste realidade”, estatísticas são parâmetros estabelecidos a partir dos casos conhecidos, segundo os dados estatísticos, as redes sociais tem sido o local de origem da maioria dos casos de divórcios nos Estados Unidos.

- “consequências nefastas para a sociedade”, se refere a grande quantidade de filhos de pais separados que tem forte tendência de se tornarem viciados ou marginais, claro que isso não é regra.

- “efeito de tais males”, tanto a igreja quanto a sociedade em geral é constituída de famílias e quando uma família é desfeita toda a obra de Deus é afetada.

- “sexualidade é algo intrínseco”, intrínseco significa: que faz parte, que está na essência.

- “limite bem preciso”, quer dizer que a Bíblia define com precisão as regras para o casamento, bem como o que é infidelidade, onde ela surge e como ela começa.

1. CONSELHOS SOBRE A SEXUALIDADE HUMANA
1. Uma dádiva divina.

- “para falar sobre o sexo”, essa foi a área mais frágil na vida de Salomão, segundo a própria Bíblia ele teve setecentas mulheres e trezentas 1 Reis 11.3, com certeza tinha experiência nessa área para dar bons conselhos.

- “uma dádiva do Criador”, atualmente o mundo perverteu demais o conceito de sexo, de forma que ele vem associado a tudo que é impuro. A difusão televisiva e a internet fazem ampla divulgação dessa forma de ver o sexo. Existe uma quantidade muito grande de conteúdo erótico ou sensual sendo produzido por esses meios de comunicação.

- “sexo algo mau ou maligno”, durante muito tempo nas igrejas, o sexo foi visto como algo extremamente perverso. Mas atualmente o assunto já pode ser discutido abertamente em pregações, seminários e palestras.

2. Uma predisposição humana.

- “aja em conformidade com estes”, lembre que os conselhos não são mandamentos, mas podem evitar muita dor de cabeça e decepção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- “nos parâmetros estabelecidos”, se refere ao limite para se desfrutar da sexualidade. Infelizmente existe essa predisposição humana que tem sido uma grande ferramenta para Satanás tentar os homens e mulheres de Deus, muitos são os que perderam seus ministérios. Convide os alunos a estarem vigilantes quanto a isso.

2. AS CAUSAS DA INFIDELIDADE

1. Concupiscência.

- “concupiscência”, desejo exagerado da carne. Não é pecado sentir qualquer desejo carnal, mas se deixarmos a carne falar mais alto em nós, então esse desejo se tornará numa concupiscência e nos vencerá.

- “não responsabiliza o anjo caído pelo fracasso”, de fato as acusações contra o Diabo tem se tornado o escape para muita gente, a pessoa assume uma posição de fraca e reporta ao inimigo a culpa que é dela.

- “cobices no teu coração”, esse conselho é iniciado pelo estágio fina, “cobiçar no coração”, mas depois o sábio fala por onde entrou, veja: “nem te prendas com os seus olhos”  entrou pela visão!

- A concupiscência inicia quando aquilo que entrou pela visão se instala em nossa mente e então passa a encher o nosso coração. Professor(a), você pode recomendar essa referência: Filipenses 4.8  

2. Carências.

 - “algo prazeroso, assim como o é beber água!”, professor(a) essa interpretação está muito alegórica, eu duvido muito que o autor tenha se referido a isso quando escreveu sobre “beber água”.

- Por outro lado, o comentarista está levantando um problema importante a ser observado. Como diz o irmão Mendes, o fato de faltar prazer na relação conjugal não justifica nunca o adultério, e está corretíssimo. Mas uma forma de ajudar a prevenir isso, além da oração e vigilância é o que recomenda o apóstolo Paulo nessa passagem:

“Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.” 1 Coríntios 7:5

 

 

3. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE

1. Perda da comunhão familiar.

- “desonra da família”, existem muitos motivos para falarmos contra o adultério, e um deles é esse: as consequências na vida do conjugue pode ser incalculável, essa pessoa se sentirá envergonhada onde tiver, não conseguirá ficar na mesma igreja onde congrega com o conjugue. Muitos são os casos de afastamento da presença do Senhor da pessoa traída e dos filhos.

- “consequências ficam”, essas consequências podem ser: perda de confiança, separação, processo de pensão judicial, alguns móveis quebrados, etc.

2. Perda da comunhão com Deus.

- “que os adúlteros ficarão de fora”, por isso entendemos que o termo “ali estão os mortos”, se refere à morte espiritual. É um alerta de que o caminho do adultério leva à morte espiritual, que é a perda total da comunhão com Deus.

- “Por isso, não flerte com a (o) adúltera (o)”, esse é um conselho prático do próprio comentarista. Flertar, significa insinuar o desejo, geralmente é expressado em olhares, mas pode ser qualquer manifestação de interesse. Fale diretamente aos alunos, caso alguém se encontre nessa situação em seu local de trabalho, na escola, na vizinhança, que busque no Senhor o escape enquanto é tempo. Existem também alguns “caras de pau” que flertam dentro das igrejas.

4. CONSELHOS DE COMO SE PREVENIR CONTRA A INFIDELIDADE

1. Sexo com intimidade.

 - “relações sexuais com relativa frequência, mas sem intimidade!”, parece estar se referindo àqueles que acham que o sexo é somente a penetração e o orgasmo, não fazem as preliminares, não demonstram desejo, nem carinho, nem amor. Professor(a) se você estiver a vontade pode comentar que o sexo na vida do casal começa antes da cama. Professor(a), nesse tópico procure ser sutil, caso a tua classe seja de jovens, e largue o verbo caso seja uma classe de adultos.

 

2. Apego à Palavra de Deus e à disciplina.

- “aconselha o apego à Palavra de Deus e à disciplina.”, o sábio aconselha conhecer a Palavra e ter disciplina de obedecê-la. Conhecer somente não adianta nada.

- Creio que o servo de Deus também deva se apegar a prática da oração e jejum e unido a isso tudo, ele deve ter vigilância, pois não adianta nada ter Palavra, oração, jejum e não ter vigilância.

 

CONCLUSÃO

- “natureza adâmica”, é a natureza propensa ao pecado que passou a todos os homens. Dessa forma Satanás encontra muitos recursos para tentar os filhos de Deus. E o segredo não é enfrentar a tentação e sim sair do local onde ela está ocorrendo, por isso deixo esse conselho:

“O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando.” Provérbios 22:3

- Os conselhos passados no livro de provérbio servem para nos habilitar a prever o mal, antes que ele ocorra.

PASSOS QUE UMA PESSOA A FASTA-SE DA IGREJA


SETE MOTIVOS PARA ABANDONAR SUA IGREJA

    Conversando com os “desviados” (é assim que nós os chamamos), ouvimos diversas explicações. Alguns dos motivos apresentados até que são relevantes; outros, porém, são meras desculpas. Mas, no fundo nós sabemos que “... nada pode nos separar do amor de Deus“; em outras palavras, nada é suficientemente forte para afastar da casa de Deus um verdadeiro filho de Deus.

Lucas 24.13-35

LOUCOS E DUROS DE CORAÇÃO!

   Porque Jesus foi tão severo com eles? Porque seus motivos para abandonar a igreja eram banais e fruto de seus corações endurecidos.

    Inacreditavelmente, estes mesmos motivos podem ser encontrados nas conversas com os “desviados”.

    As palavras de Cleopas e de seu companheiro de viagem revelam-nos toda a verdade de seus corações. Vamos analisar o texto? Vemos ver quais motivos levaram estes dois a fazer tal loucura?

1o Motivo:   Dar ouvidos à conversa fiada – vs. 13-14

   Para que alguém se converta e una-se a uma igreja evangélica, muitas pessoas, de muitas igrejas diferentes, colaboram para isso: Um lhe fala de Jesus pela primeira vez, outro lhe entrega alguma literatura, alguém ora por ele e com ele, outro o socorre numa hora de aflição, alguém o convida, outro o traz ao templo, e assim por diante.

   No entanto, quando alguém chega a se afastar do Caminho, geralmente é pelas mãos de uma única pessoa. Muitas vezes pelas mãos de alguém que ele conheceu na própria igreja e que se fez seu amigo. Alguém que conversa muito ele, mas, ao invés de o encorajar, como recomendam as Escrituras, leva-o a se desviar.

    Repare no texto bíblico:

   “Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas”.

   O que havia em Emaús? Nada! Emaús era uma aldeia tão pequena e inexpressiva, em termos históricos, que só sabemos que ela existiu por causa deste relato bíblico; mas, mesmo que Emaús fosse uma grande cidade, o quê poderia haver lá que fosse mais importante que a notícia da ressurreição? Nada! Absolutamente, nada!

    A verdade é que, enquanto a igreja estava reunida lá em Jerusalém, tentando assimilar os últimos acontecimentos e esclarecer o sumiço do corpo de Jesus, estes dois discípulos estavam voltando para sua antiga vidinha, lá em Emaús. Abandonaram a igreja.

    Porque? Por vários motivos e um deles foi por causa de conversa fiada, pois, como o texto bíblico relata, eles “... iam conversando” pelo caminho.

   O texto bíblico não diz quem desviou quem, mas, como a repreensão de Jesus foi muito severa e somente o nome de um deles é citado, não corremos muito risco em afirmar que Cleopas era o conversador e, o outro, aquele que lhe deu ouvidos.

   Ter amigos na igreja é muito saudável e recomendável, mas, cuide-se, há muitos “Cleopas” em nosso meio; pessoas mal resolvidas em sua fé em Nosso Senhor Jesus, pessoas que querem sair da igreja, mas, como seus motivos são meras desculpas, precisam de alguém que lhe dê ouvidos, alguém que concorde com ele e, de preferência, que saia da igreja junto com ele, para que ele se senta menos mal e culpado.

 

2o Motivo:   Cegueira espiritual – vs. 15-16

    O texto fala de uma espécie de “cegueira espiritual”. Repare.

    “Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer”.

    Eles estavam tão compenetrados em si mesmos, tão envolvidos em suas próprias desculpas e justificativas, tão convictos em sua discussão, que nem puderam notar que era o Cristo ressurreto que caminhava com eles.

   Imaginem o ridículo da situação. Iremos ver, logo adiante, que eles não aceitaram a notícia da ressurreição. Provavelmente estavam dizendo: Esta coisa de ressurreição é coisa de louco! É histerismo coletivo! E, ali ao seu lado, estava aquele de quem eles estavam falando.

    Observe outra coisa muito interessante: eles (que estavam cegos) julgaram-se mais informados que o próprio Cristo: “És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias?”.

   As pessoas que abandonam o Caminho encontram-se em condições espirituais semelhantes, isto é, cegos. Estão tão preocupadas consigo mesmos que, literalmente, se tornam incapazes de perceber a realidade. Pior que isso, além de estarem cegas, acreditam que são as únicas que enxergam. Enchem o peito de razão, mas, fazem papel de ridículos ao discutirem temas sobre os quais não tem o menor conhecimento e ao classificarem como fanáticos ou histéricos os que ficaram firmes em suas igrejas.

 

3o Motivo:   Tristeza – vs. 17

    “Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ide tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos”.

   Porque eles estavam tristes? Pela morte de Jesus, é claro!

    Mas, também, pela injustiça praticada pelas autoridades (Como puderam colocar Jesus e Barrabás lado a lado?).

    Pela ingratidão do povo de Israel (Como puderam escolher Barrabás?). 

4o Motivo:   Saudosismo – vs. 19

    “És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras”.

    Jesus falou diversas vezes que iria voltar para o Pai e que seus discípulos iriam fazer obras maiores do que as que ele fez, mas, mesmo assim estes dois abandonaram a Igreja, pois aquele “... que era varão profeta, poderoso em obras e palavras...” havia morrido. Jesus já era. Estava morto. Suas obras pertenciam ao passado.

    O dicionário define saudosismo como culto ao passado. Este é um dos principais motivos pelos quais muitas abandonam suas igrejas: Eles vivem do passado. Ah! No tempo daquele outro pastor, sim, a gente via o poder de Deus. Ah! Antigamente a Igreja orava mais, buscava mais a presença de Deus. Ah! No tempo dos apóstolos é que havia poder. Ah! No tempo de Jesus... E, assim vão caminhando e se distanciando, sem entender que o poder de Deus está à disposição de todo aquele que se santifica e que Deus se manifesta hoje em dia no meio do seu povo com a mesma graça e misericórdia de outrora.

    É interessante observar que foi exatamente no momento do maior dos milagres de todos os tempos, a ressurreição, que este dois pensavam que o poder de Deus havia cessado. 

5o Motivo:   Perda da esperança – vs. 20-21

    “Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.

    Naquela época os defuntos eram colocados em cavernas e não enterrados, como fazemos hoje em dia, e a morte era oficialmente confirmada somente após três dias do sepultamento. Tudo isso para evitar que alguém fosse enterrado vivo, pois não tinham como diagnosticar os casos de morte aparente. Mas, depois de três dias, a morte era decretada e acabava-se qualquer raio de esperança dos amigos e parentes.

    Cleopas e seu amigo haviam depositado todas as suas esperanças em Jesus, mas ele morreu. E, após três dias do seu sepultamento, suas esperanças se foram.

    Muitas pessoas abandonam suas igrejas porque perderem a esperança. Toda igreja passa por crises e nestas épocas, ao invés de procurar levantar o moral dos membros, muitos se apresentam como profetas, “Profetas-Só-De-Coisas-Ruins”, sempre anunciando que “há uma nuvem escura sobre a Igreja”, que Deus “está pesando a mão”, que "há pecado na igreja", etc, etc e tal.

 

6o Motivo:   Decepção – vs. 21

    “Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.

    Quantas vezes Jesus afirmou que seu reino não é deste mundo? Ele deixou claro que não veio para formar um exército, para ser o governador ou o rei de uma nação, para criar uma dinastia ou qualquer destas coisas que os poderosos tanto apreciam. Apesar disto, os apóstolos pensavam que Jesus iria ser coroado e enfrentar os romanos e “redimir” (libertar) Israel.

    Muitas pessoas abandonam suas Igrejas quando se decepcionam com alguma coisa. Mas, como chegam a este ponto?

    Quando deixam de ouvir as verdades de Deus para ouvir seus próprios corações. Quando enganam a si mesmos, afirmando e acreditando que Deus lhes prometeu alguma coisa, quando, no fundo, eles estão apenas tentando satisfazer suas ambições pessoais.

7o Motivo:   Falta de fé, descrença – vs. 22-25

   “... mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram”.

   Quase que dá para ouvir o tom de desprezo deles em relação ao testemunho das mulheres, quando se referiram a elas como "algumas mulheres".

    Não eram apenas algumas mulheres. Eram mulheres bem conhecidas do grupo. Mulheres respeitadas, que tinham nome e sobrenome. Mulheres que apoiaram o ministério de Jesus todo o tempo, não só financeiramente, mas, principalmente, com o serviço de suas próprias vidas. Mas, nada disso tinha qualquer valor para Cleopas e seu companheiro. Imediatamente, eles desqualificaram o testemunho delas, por serem apenas mulheres. 

   Por ser que, neste ponto desta mensagem, você já tenha compreendido porque abandonou sua ou porque está pensando em fazê-lo. A pergunta que vem a seguir é natural: E agora, como voltar? Como sentir de novo a mesma alegria que eu sentia no início?

   Eu estaria mentindo, se lhe dissesse que é fácil voltar ou recuperar a alegria do primeiro amor. Não é nada fácil; mas não é impossível. Vou fazer uma lista dos eventos que motivaram aqueles dois a voltar correndo para Jerusalém:

    a) Jesus foi atrás deles;
    b) Jesus ouviu suas queixas;
    c) Jesus falou aos seus corações:
        “E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”, de tal modo que seus “corações ardiam”;
    d) Eles convidaram Jesus a entrar em sua casa;
    e) Jesus restaurou a comunhão (no partir do pão);
    f) Jesus abriu seus olhos (tirou a cegueira espiritual);
    g) Eles voltaram correndo para Jerusalém.


    Note que, dos sete eventos que os culminaram na volta deles, somente dois foram de iniciativa humana; quanto aos demais, foram de iniciativa e Jesus.

    Em outras palavras: Se Deus não tiver misericórdia de sua vida, você jamais conseguirá voltar à sua igreja ou jamais conseguirá voltar a sentir a mesma alegria do início.